segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Knattspyrnufélagið Valur

Avisa o grande Victor Miranda que o Valur, de Reykjavík, sagrou-se campeão islandês nesse fim-de-semana. O time, segundo maior campeão nacional depois do KR, também de Reykjavík, tem vinte títulos, mas não ganhava a Landsbankadeildin (Liga Islandesa) desde 1987.

Originalmente, o Valur joga no estádio Hlíðarendi, para 3 mil pessoas,mas que entrou em reformas em julho deste ano, já que foi comprado pela empresa de telefonia Vodafone, que irá aumentar sua capacidade e mudar seu nome para Vodafonevöllurinn. Por isso, o time tem jogado no estádio Laugardalsvöllur, o maior da Islândia e casa da seleção nacional.

Valur é o nome de um falcão que só existe na Islândia e na Groenlândia, o Falcão-gerifalte (Falco rusticolus), que hoje já é achado na costa norte da América do Norte e no leste da SIbéria, mas é considerada a ave real islandesa. Já as cores do Valur remetem à Associação Cristã de Moços, de onde vieram seus fundadores, especialmente Friðriks Friðrikssonar.

O Valur, único time profissional do mundo onde pai e filho jogaram ao mesmo tempo (Arnór Guðjohnsen e Eiður Smári Guðjohnsen, este atualmente no Barcelona) ganhou os seguintes títulos:

Campeoanto Nacional: 1930, 1933, 1935, 1936, 1937, 1938, 1940, 1942, 1943, 1944, 1945, 1956, 1966, 1967, 1976, 1978, 1980, 1985, 1987 e 2007.

Copa da Islândia: 1965, 1974, 1976, 1977, 1988, 1990, 1991, 1992 e 2005.

Curiosidade extra: na Islândia não existem sobrenomes, exceto quando os pais assim o querem ou querem homenagear os avós. Por exemplo: Eidur Thórsson e Maria Ódinsdóttir tiveram dois filhos: Kristina e Björn. Os nomes das crianças serão Kristína Eidursdóttir (Kristina filha de Eidur) e Björn Eidursson (Björn filho de Eidur). Homenagem ao avô vem com terminação "sen", como o caso do Guðjohnsen.

nota: a letra ð é lida como o "th" em "then".

Um comentário:

cucamonga disse...

eu sou, knattspyrnugfdefefefyefge eu sou, vou dar porradwteruegfef eu vou, e ninguém vai me segurar.

é um time de valur, já diria milton neves